Ontem li pela milésima vez na vida Um Conto de Natal, de Charles Dickens. Foi um dos primeiros livros que li na vida, e nunca mais esqueci. Aliás, Charles Dickens me faz muito bem. Grandes Esperanças é sempre um refúgio quando a coisa fica feia.
Agora, cá estou eu, me preparando para o tal de Natal. Como já escrevi aqui, não gosto desta data. Isso porque me bate uma tristeza danada, lembro de todas as injustiças do mundo e sinto o quanto sou pequena. Não no tamanho, mas por dentro. Pequena porque o que posso fazer é muito pouco. Por mim, na noite de Natal, eu sairia por aí distribuindo presentes, comida e sorrisos e voltaria pra casa feliz, para dormir um sono dos bons. Sem festa, sem nada. Isso porque essas festas de famílias não me trazem boas lembranças, me fazem pensar na criança errada que eu fui e no quanto eu poderia ter mudado a minha visão do Natal e não quis.
Agora, aos 22 anos, eu me disponho a começar de novo. Não mudei só de emprego, mudei de visão. Vai ver, sempre enxerguei o mundo assim, mas nunca tive coragem de admitir. Sempre fui de fugir de mim mesma nestes aspectos.
E como Ano-Novo vem na sequência, seja bem-vinda, Bianca Zasso. Seja você o que for.
Bjus da Bia
12/11/2009
12/06/2009
Ousar: verbo definitivo

Tem dias em que se acorda e parece que o mundo acabou. Ou apenas ficou opaco, eu acho. A gente se sente um dragão, aflora na pele a tal confusão que resolve vir me mala e cuia pro coração. É como se fosse um alerta. Olha, faz alguma coisa, toma algum rumo! Daí a gente vai lá e toma. Rasga as páginas. Troca os horários. Pede arrego e encontra uma nova liberdade. Pensa na pobreza do mundo e na de espírito dos que tem muito e não fazem nada pelos que tem pouco. Chora baixinho e não dói, pois não é choro de tristeza. É desabafo. Pronto, vai passar. Acabou. A falta de amor virou detalhe, os olhos brilham por outros pequenos prazeres. Café com bolo, por exemplo, sozinha no meio da madrugada. Ou cantar baixinho como se tivesse uma bela voz. O joelho esfolado não incomoda: cair acontece. E faz bem. Assumir que vai conseguir viver com os sonhos difíceis que ganhou de presente da vida. quase tatuou no pulso a palavra ousadia em letras garrafais. Decidiu que o tamanho podia ser menor. Ousar não é exagero. Sutileza é a ordem. Vai ousar sem precisar de decote ou gritos. Vai surgir provocante para o próprio espírito e deixar-se seduzir sem culpa. Me rendo. Em todos os sentidos.
Maluca. Desnorteada. Feliz. Ousada. Agora entende porque nasceu com um rosto comum, que não chama a atenção no meio da rua: seu interior inquieto já basta.
12/03/2009
Presente de natal

Não gosto de natal. Desde pequena é assim. Por mais que tenham os presentes, a família toda junta, a comilança, eu me sinto tristonha. É como se tudo que aconteceu durante o ano voltasse npra minha cabeça. Um milhão de lembranças misturadas. Esse foi um ano maluco. Formatura, emprego,projeto, mudança de rumo, despedidas e descobertas. Pra tentar esquecer um pouco esse monte de coisas que me perseguem, comprei meu presente adiantado, afobada que sou para abrir pacotes. Muitos dvds e meia dúzia de livros. Hoje o correi deu uma de Papai Noel e me trouxe a caixa Audrey Hepburn - Couture Muse Collection. Sete filmes onde Audrey está mais linda do que nunca. Os mais belos olhos castanhos do cinema. Aúnica tristeza é que o box não contém Infâmia, filme de William Wyler que eu considero sua melhor atuação no cinema. Mas esse fica para a próxima. Caso eu não apareça por aqui logo, FELIZ NATAL E BJUS DA BIA!!!!!
11/29/2009
A arte de virar a página
O título deste post é também o título de um livro da minha amada escritora Adriana Falcão. Com muita poesia e simplicidade, ela fala sobre como, a cada dia, a gente precisa se reinventar, mudar, trocar, viver. Estou virando a página. Nunca imaginei que isso fosse acontecer tão cedo comigo. No livro da vida, eu fiz um primeiro capítulo curto, mas de muito aprendizado. Envelheci 10 anos no último mês quando um sonho antigo voltou a bater na minha porta. Informo vocês de que vou convidá-lo pra entrar e tomar um café.
Incentivo vocês todos a fazerem um mesmo. Quando a história não anda bem, vale a pena buscar outra alternativa na estante. Ou, simplismente, arrancar a página e começar tudo outra vez.
Bjus da Bia
Incentivo vocês todos a fazerem um mesmo. Quando a história não anda bem, vale a pena buscar outra alternativa na estante. Ou, simplismente, arrancar a página e começar tudo outra vez.
Bjus da Bia
11/06/2009
Amor & Sexo

Acho Fernanda Lima umas das mulheres mais lindas e poderosas do mundo. Inteligente, sincera. Vou muito com a cara dela. E minhas noites de sexta-feira têm sido animadas por ela, que comanda Amor & Sexo, um programa raro em tempo de reality show e outras porcarias.
Lá em casa, falar de amor e sexo nunca foi problema. Sempre houve respeito. É essa a palavra. Pra falar e pra viver amor e sexo é preciso respeito. Acho que lido bem com o assunto. Não preciso sair por aí quase pelada ou falando palavrão ao quatro ventos pra mostrar que gosto de sexo. Aliás, pra que falar? O que acontece na minha vida pessoal interessa a mim e mais ninguém!! O problema é que muitos ainda acreditam que só quem anda rebolativa por aí é mulherão. Pobres homens! Mal sabem que por trás de uma mulher "normal", algumas até sem muitos atrativos, pode existir uma amante consciente e beeeeem insaciável. Fica a dica, homarada!
Aliás, insaciável a gente deve ser sempre. E com tudo na vida. Saciar a vontade de viver deve ser proibido.
P.S. Se eu não mandar um beijinho pra dois garotinhos que me divertem com papos malucos, não vou ser perdoada. Bjus pro Otávio e pro Pedro. :) Da Bia
11/04/2009
Falta

Por causa do trabalho e de alguns projetos, resolvi diminuir meu vício em cinema. Sabe fumante que passa a fumar 3 aos invés de 5 cigarros? Pois é, tô nessa. Resolvi que só veria filmes nos finais de semana. No começo, tudo bem. Era possível suportar. Mas agora, tá doendo essa lasquera! Sinto falta e o negócio é físico. Vou dormir e parece que algo me falta. Penso onde guardei as chaves, se fehcei a porta dos fundos, se deu comida pros cachorros. Nada disso. Me falta um Otto Preminger, um Amos Gitai, um Rob Reiner. Me falta cinema. E a coisa tá tão osca, que eu já tô vendo coisas! Qualquer velhinho na rua parece o Antonioni, homens de óculos são Woody Allen e até o milk-shake de menta me lembra os filmes-dançantes dos anos 80. Não tem jeito. A gente tenta ser normal mas não consegue. Ontem, enfim, me rendi. Odeio dar o braço à torcer, mas foi preciso. Devorei meu Jack London e depois me deixei levar pelos acordes dos clássicos da Disney. Parece bobo, mas foi um ótimo recomeço. Amanhã, espero pelo novo do Tarantino. Bastardos Inglórios, aí vou eu! Pelo bem da minha saúde.
Bjus da Bia
10/30/2009
Ventos do Oriente

Com o calorão que anda fazendo nesta minha terrinha natal, eu me pego a pensar na vida de um jeito confuso. Odeio verão e esse clima quente me confunde os neurônios. Mas uma coisa é certa: tenho me apaixonado a cada dia quente pelo cinema oriental. Resovi amenizar os litros de suor que esse mundo me concede com muito Akira Kurosawa, Kenji Mizoguchi, Wong Kar-Wai, Kim Kiduk e outros. Assumi o que a muito sentia: o Oriente me seduz.
Mas foi com um elenco americano que meu o lado do meu coração que tem olhinhos puxados ficou radiante. Um Beijo Roubado, de Kar-Wai tem Norah Jones e Jude Law como protagonistas, se passa na América mas é oriente puro. As cores, as analogias e, antes de tudo, a trama. Assisti o filme pela primeira vez no cinema. Estava numa fase muito cética da minha vida, tentando ir contra a minha essência sentimetal. Resquício de uma adolescente rebelde. Só agora, com o filme em DVD nas mãos, consigo entender porque gostei tanto. A história pode acontecer em qualquer esquina. Uma penca de pessoas passam pela nossa vida, deixam marcas, algumas bem doloridas, outras coloridas. Amores acabam, outros amores amadurecem. Surpresas. Sonhos. É a vida. Tão banal que perde a nossa merecida atenção. Boas histórias estão por aí. A gente só precisa escolher as melhores e levar pra sempre.
Bjus da Bia
10/24/2009
Enfim, o desapego
Se eu sou o que sou hoje, é tudo culpa da minha mãe. No início da adolescência, eu rosnava feito cusco por causa dela. Típica rebeldia sem motivo. Mas logo me dei conta que devo agradecer todos os dias por ser filha dela. E entre as muitas lições que ela me deu, uma só está virando realidade agora: o desapego.
Eu sempre fui muito ciumenta com as minhas coisas. Meus livros são quase filhos e meus amigos eu sempre quis por perto. Por um lado é bacana, a gente se senti viva quando tem algo pra cuidar, mesmo que esse algo não caminhe ou fale. Mas esse grude meu fazia mal, e eu nem percebia.
Eu ficava com raiva quando tinha que dividir a atenção da minha melhor amiga com outra pessoa e odiava doar minhas roupas, por mais que elas não coubessem mais. Era como se eu só conseguisse lembrar de certos momentos se essas coisas estivessem por perto. Futilidade nojenta essa, hein?!
Mas o bom é que a gente muda, e muito!
Aprendi que doar faz bem e que o que realmente importa, os sentimentos e emoções que a gente vai levar para a vida toda não precisam de "lembrancinhas" para serem ativados. Basta mexer com o coração da gente, que a presença está garantida.
Claro que ainda mantenho com carinho e um certo ciúme saudável pelos meus livros, filmes, roupas e bobagens. Mas praticar o desapego deixa a gente mais leve. E não é só a casa que fica mais espaçosa, é a gente também. Esquecer quem te fez sofrer é tarefa difícil, mas não impossível. Rir dos amores fracassados, tirar lição das decepções, aprender com as mancadas, tudo isso é combustível pra felicidade.
Sei que pareço um guia de auto-ajuda (coisa que eu odeioooooo!) mas é assim que funciona essa tal de vida. Desapego é a palavra. Mas lembre-se: apegue-se quando o coração mandar. Vai ser bom, enquanto durar.
Bjus da Bia
Eu sempre fui muito ciumenta com as minhas coisas. Meus livros são quase filhos e meus amigos eu sempre quis por perto. Por um lado é bacana, a gente se senti viva quando tem algo pra cuidar, mesmo que esse algo não caminhe ou fale. Mas esse grude meu fazia mal, e eu nem percebia.
Eu ficava com raiva quando tinha que dividir a atenção da minha melhor amiga com outra pessoa e odiava doar minhas roupas, por mais que elas não coubessem mais. Era como se eu só conseguisse lembrar de certos momentos se essas coisas estivessem por perto. Futilidade nojenta essa, hein?!
Mas o bom é que a gente muda, e muito!
Aprendi que doar faz bem e que o que realmente importa, os sentimentos e emoções que a gente vai levar para a vida toda não precisam de "lembrancinhas" para serem ativados. Basta mexer com o coração da gente, que a presença está garantida.
Claro que ainda mantenho com carinho e um certo ciúme saudável pelos meus livros, filmes, roupas e bobagens. Mas praticar o desapego deixa a gente mais leve. E não é só a casa que fica mais espaçosa, é a gente também. Esquecer quem te fez sofrer é tarefa difícil, mas não impossível. Rir dos amores fracassados, tirar lição das decepções, aprender com as mancadas, tudo isso é combustível pra felicidade.
Sei que pareço um guia de auto-ajuda (coisa que eu odeioooooo!) mas é assim que funciona essa tal de vida. Desapego é a palavra. Mas lembre-se: apegue-se quando o coração mandar. Vai ser bom, enquanto durar.
Bjus da Bia
9/25/2009
Sonho de consumo
Quem é cinéfilo sabe: dói ver um grande filme sair numa edição tosca em dvd. A distribuidora Silver Screen está, na minha opinião, competindo com a USA Filmes nesse quesito. Erros de português na caixinha, legendas com vida própria( aparecem antes da hora ou simplesmente não aparecem)sem contar os extras pobrinhos.
Mas eu tenho que entrar no confessionário: eu gosto. É ótimo encontrar o filme que tu sempre quis ver em dvd por um preço bacana. A gente pena pra assistir? Pena, mas assiste.
Sei que meu aniversário é só no ano que vem e que o Natal não me reserva um Papai Noel muito farto. Mas uma olhada aqui pode inspirar.
Ninguém entende meus filmes. Dane-se, o importante é me dar o filme certo. Fica a dica.
*Esse post é uma homenagem ao meu amigo Beto, que diz que não existe coisa mais complicada do que comprar um presente para essa criatura que vos escreve.
Mas eu tenho que entrar no confessionário: eu gosto. É ótimo encontrar o filme que tu sempre quis ver em dvd por um preço bacana. A gente pena pra assistir? Pena, mas assiste.
Sei que meu aniversário é só no ano que vem e que o Natal não me reserva um Papai Noel muito farto. Mas uma olhada aqui pode inspirar.
Ninguém entende meus filmes. Dane-se, o importante é me dar o filme certo. Fica a dica.
*Esse post é uma homenagem ao meu amigo Beto, que diz que não existe coisa mais complicada do que comprar um presente para essa criatura que vos escreve.
9/24/2009
Vida cinéfila que me possui!
Como diz meu tio, "andemo bem locô"!!! Trabalhando, mudando de casa,enloquecendo. Tô bem feliz, confesso. Mas se meu anjinho da guarda resolvesse me presentear, eu estaria no Rio de Janeiro. E não iria a Copacabana. Nem ao Cristo. Meus destino seriam as salas participantes do Festival de Cinema do RJ.
Ia ser lindo! Não sei se meu coraçõazinho ia aguentar o tranco. O novo do Ang Lee ambientado em Woodstock, o novo do Almodóvar(mi corazon roto, por diós!) e do Haneke( que deve ser um soco na cara inesquecível) e Tarantino. Falando de guerra. Uhuuu! Me segura!
Quem tiver a chance de ir, não perca. Festivais de cinema são ótimos, a gente assiste coisas que, em outras situações, talvez nunca cruzariam o nosso caminho. Tá bom que tem aquele lado da perfumaria, um bando de artistas fazendo pose no tapete vermelho. Mas isso se releva. Pra um diretor, deve ser a parte mais chata.
Alimentar a cinefilia. Precido disso.
Garçom, me traz um Hitchcock bem passado com uma dose de Antonioni!
Bjus da Bia :)
Ia ser lindo! Não sei se meu coraçõazinho ia aguentar o tranco. O novo do Ang Lee ambientado em Woodstock, o novo do Almodóvar(mi corazon roto, por diós!) e do Haneke( que deve ser um soco na cara inesquecível) e Tarantino. Falando de guerra. Uhuuu! Me segura!
Quem tiver a chance de ir, não perca. Festivais de cinema são ótimos, a gente assiste coisas que, em outras situações, talvez nunca cruzariam o nosso caminho. Tá bom que tem aquele lado da perfumaria, um bando de artistas fazendo pose no tapete vermelho. Mas isso se releva. Pra um diretor, deve ser a parte mais chata.
Alimentar a cinefilia. Precido disso.
Garçom, me traz um Hitchcock bem passado com uma dose de Antonioni!
Bjus da Bia :)
9/15/2009
Tchau, Patrick
Ontem eu falei de Footloose, toda animada, e hoje a vida me aparece com essa.
O câncer venceu Patrick Swayze, aos 57 anos. Não era um ator magnífico, mas tinha competência e muito animou minhas fugas da escola para ver Dirty Dancing na Sessão da tarde. Fica a minha pequena homenagem.
O câncer venceu Patrick Swayze, aos 57 anos. Não era um ator magnífico, mas tinha competência e muito animou minhas fugas da escola para ver Dirty Dancing na Sessão da tarde. Fica a minha pequena homenagem.
9/14/2009
Mestre

Ano que vem vai ter festa. Festa vermelha e cheia de significados. Cinéfilos do mundo inteiro vão comemorar o centenário do mestre Akira Kurosawa.
Tenho certeza que, se estivesse vivo, Kurosawa estaria filmando. Não digo na labuta, correndo pra lá e pra cá, mas sentadinho na sua cadeira, conduzinho a sua poesia visual. Afinal, ele já era um vovô quando fez Sonhos e renasceu para o mundo, graças aos seus fãs americanos Martin Scorcese e George Lucas.
Kurosawa foi o primeiro diretor japonês da minha estrada cinéfila. Chegou matando: assisti Kagemusha e Ran no mesmo dia. Pirei. Era lindo de ver, de escutar, a história era incrível. Eu tinha 16 anos e segurei na mão de Kurosawa que logo me levou para as obras de Yasujiro Ozu, Kenji Mizoguchi e Takeshi Kitano. Bem-vinda, ao Oriente.
Cinema Oriental é, antes de tudo, para se apreciar com a alma. Os filmes de Kurosawa são a prova disso. Mesmo quando a violência é o foco, como em Rashomon, há sempre uma poesia rara e profunda. Por isso intriga, seduz e apaixona. Era um fã de John Ford e sua ação bem conduzida. Acreditava no cinema e fazia dos seus storyboards obras de arte. Único.
O Festival de Veneza deste ano iniciou as comemorações com a exibição dos principais filmes do diretor. E 2010 reserve várias homenagens e relançamentos. É esperar para apreciar.
Bjus da Bia, orientais.
DANCE, DANCE, DANCE!

Se tem uma coisa que eu gosto de fazer nessa vida é dançar. Diferente de muitas das minhas coleguinhas, fui eu que pedi pra minha mãe para começar a fazer balé. Confesso que não era o que ela esperava. Talvez ela me quisesse mais guerreira e menos delicada. E ela conseguiu.
Minha maior dificuldade no balé clássico sempre foi a concentração. Minha memória para os passos era boa, meu equilíbrio também. Mas sempre achei que aquela música clássica era pouco. Daí eu fui fazer jazz e fui um pouco mais feliz, mesmo sem conseguir largar as sapatilhas de ponta.
Foi nessa época que Footloose apareceu na minha vida. Não é o melhor filme do mundo, não mudou o mundo, mas me diverte horrores! Tá naquela lista de diversão de primeira. Sabe, filmes que divertem com coisas bobas, fazem bem para o dia, nos fazem cantar por aí mesmo que esteja chovendo e a gente não tenha guarda-chuva.
Kevin Bacon foi o meu John Travolta(mesmo que eu ameeee o Travolta loucamente!). O que a minha mãe viveu com Os Embalos de Sábado à noite, eu vivi com Footloose. É automático: toca a trilha eu eu danço. Se estever na rua, caminho no ritmo da música. Não resisto, é mais forte do que eu.
Mesmo que o destaque seja o mocinho, meu personagem preferido é o atrapalhado Willard, que cai como uma luva para o saudoso Chris Penn. Sem contar Sarah Jessica Parker jovenzinha e nada loira. :)
As fofocas cinematográficas informam que uma nova versão do filme vem aí, no embalo dos sucessos teen High School Musical e Camp Rock. Sinceramente? Prefiro Kevin Bacon com suas calças skinny e seu requebrado pop. Uhuuu!
9/10/2009
Faca na cinta-liga!

Por que é tão difícil pra um homem entender que mulher não é uma coisa só? Todo mundo prova chiclete dois sabores, chocolate com mente, café com canela, enfim, misturas. Então por que não entendem que a gente é uma mistura? Cansei de tentar achar respostas, por isso, venho aqui, nesse meu canto, escrever o que parece fisíca quântica pra alguns:
Sim, eu consigo me maquiar e discutir música ao mesmo tempo (essa vai pro maluco do Bernando, que se cala quando eu pego o lápis de olho)
Sim, eu assisto filme de terror e dou risada na hora do sangue :)
Sim, eu consigo cozinhar e pensar num jeito de ajeitar meu cabelo
Sim, eu canto letras bobas e devoro a Bravo!
Sim, eu uso tiara no cabelo e camiseta preta velha
Sim, eu como chocolate e odeio alface
Sim, eu leio Jane Austen e Elmore Leonard
Sim, eu odeio prefiro os tiroteios aos romances nos filmes de faroeste
Sim, Bianca de França Zasso é uma menina de verdade. Real. Nada pré- determinado.
FACA NA CINTA-LIGA, MEU BEM! E não sou a única!
Mas, se vocês ainda preferem bonequinhas com ordem pra tudo, tem uma penca por aí. O Twitter que o diga!
Bjus da Bia, endiabrada com certas coisas :o
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